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  <title>Seven Words</title>
  <subtitle>Só o nada, a bater á porta.</subtitle>
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    <name>aninhas</name>
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  <updated>2006-05-18T20:17:50Z</updated>
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    <title>Pensamentos Aleatórios</title>
    <published>2006-05-18T20:09:59Z</published>
    <updated>2006-05-18T20:17:50Z</updated>
    <lj:music>Placebo - Meds</lj:music>
    <content type="html">&lt;center&gt;As coisas deviam ser simples. &lt;br /&gt;Tu gostas de mim? Tu não gostas de mim? Duas pessoas podiam-se gostar e mais nada podia interferir com isso, porque o sentimento bastava, quando o sentimento não basta ou não existe, chega, é o adeus e ponto final.&lt;br /&gt;Porquê é que complicamos tudo? Porque sentimos com tanta intensidade? Há alguém superior que se alimenta, colecta energia do poder das nossas emoções? Será que Deus caga e mija ás nossas crises existênciais? O ser humano tem dificuldade em perceber o Alfa e o Omega das coisas, a morte, o nascimento, o porquê de tudo. 2 + 2 = 4, certo? Ainda anda aí gente a dizer que 2 + 2 = 5 ! : | Ainda por cima uma conta tão simples, ainda a querem complicar mais. Será que a Humanidade é a reecarnação dos males dum ser maligno e todos nós comemos com um Karma super negativo?&lt;br /&gt;: | &lt;br /&gt;Quiçá? Não sei. &lt;/center&gt;</content>
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    <title>isto é assim</title>
    <published>2006-05-03T14:37:00Z</published>
    <updated>2006-05-05T13:39:01Z</updated>
    <lj:music>Marilyn Manson - The Nobodies</lj:music>
    <content type="html">O &lt;b&gt;DeadJornal&lt;/b&gt; voltou a &lt;b&gt;LiveJournal&lt;/b&gt;, acho que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Voltou a vontade de estar aqui, surgiu-me uma vontade de escrever novinha. Decidi retirar a etiqueta de &lt;b&gt;Friends Only&lt;/b&gt;, porque decidi tornar este LiveJournal menos pessoal do que era dantes, mas, sempre que necessite dum desabafo em forma de relato da minha vida pessoal, iriei colocar o post, obviamente, em &lt;b&gt;Friends Only&lt;/b&gt; de modo a evitar cusquisses por parte de certos e determinados seres, seres esses que dispenso eles terem conhecimento da minha rica vidinha. Resumidamente, se querem fazer leituras mais completas e mais informadas, e também para entenderem melhor este pequeno &lt;b&gt;universo&lt;/b&gt; aqui, comentem e adicionem.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Sinto é pena, acho que a comunidade tem andado um bocado apática, um bocado para o parada, talvez.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Estou na aula de TIC, pediram-me para escrever um pouco sobre mim para um site que eu e uns colegas meus estamos a desenvolver, um site sobre trabalhos nossos, um site com o nosso perfil como alunos de artes. O dito cujo texto: &lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;"A Ana, a Ana, o 3º infiltrado membro do trio, nasceu no segundo dia do décimo mês do ano de 1990 tal como os seus outros companheiros de grupo.&lt;br /&gt;A Ana é dotada na preguiça e é profissional em perturbar a existência daqueles que lhe estão num raio próximo, mas é uma identidade aturável.&lt;br /&gt;Está a pensar ser Designer, ser uma ilustradora, mas ainda vê o seu futuro indefinido. Adora arte, gosta de desenhar, frequenta um atelier de pintura, gosta de fotografar, gosta de escrever, aliás, quem está a escrever estes textos bonitos é ela. Pronto, é uma pessoa com o interesse aguçado na arte, apesar de ás vezes ser preguiçosa para a praticar, e o seu perfeccionismo perturbar a sua paciência. Não dispensa também os seus interesses em Música, não tendo banda preferida em concreto, Ana gosta de toda a música alternativa."&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;coisas parvas ...&lt;/center&gt;</content>
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    <title>Tu, tu, tu, tu, tu e mais tu!</title>
    <published>2006-05-02T20:14:56Z</published>
    <updated>2006-05-03T14:17:54Z</updated>
    <lj:music>Chimaira - Nothing Remains</lj:music>
    <content type="html">&lt;center&gt;Quando é que aprendes que o &lt;b&gt;amor&lt;/b&gt; é mais do que &lt;b&gt;palavras&lt;/b&gt;?&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Quando é que entendem o quanto as palavras são vazias e más. O &lt;b&gt;"desculpa"&lt;/b&gt; ou o &lt;b&gt;"não volta a acontecer"&lt;/b&gt;, ou o então &lt;b&gt;"vai ser diferente, prometo-te"&lt;/b&gt;, não passam de palavras atiradas ao vento, e apanhadas por pessoas ingénuas e sonhadoras. E elas desiludem-se, desiludem-se, desiludem-se e &lt;b&gt;desiludem-se.&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Entretanto, pintei uma nova tela.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Eu sei, eu sei, não pinto nem desenho um cu. Acho que pelo menos uma nádga consigo!&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://photobucket.com" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img.photobucket.com/albums/v739/DarkSparky/tela.jpg" border="0" alt="Photobucket - Video and Image Hosting"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;*beijo*&lt;/center&gt;</content>
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    <title>Frieda</title>
    <published>2006-05-01T13:14:48Z</published>
    <updated>2006-05-01T13:23:27Z</updated>
    <lj:music>Moonspell - Rapaces</lj:music>
    <content type="html">&lt;center&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="WIDTH: 196px; HEIGHT: 306px" height="871" alt="" width="221" src="http://academic.reed.edu/spanish/courses/Spanish-210/Frida/Frida-BrokenColumn.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;center&gt;Há quem pense que os quadros da Frida são grandes, olá? A mulher, a vida pariu-a aos bocados, queriam que ela pintasse á Dali? Telas do dobro do tamanho do seu Dieguito? Já agora, ela tinha muitos problemas de saúde, tinha um corpo muito frágil e ia para a cama com o Dieguito? : | Pois claro, depois não queria ter dores e não queria ser operada á Coluna. Sim, foi muito bonito ontem, aquele quadro "A coluna partida" [o da imagem, DUH!] deu-me arrepios, não conseguia parar de olhar para ele, quando virava ás costas, a Frida parecia-me chamar, eu virava-me, ela olhava para mim e eu ia novamente observar o quadro. &lt;strong&gt;Sim, eu admiro a mulher, quis ir de prepósito a&amp;nbsp;Lisboa&amp;nbsp;ver a exposição dela.&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;center&gt;Eu vi o Diário da Frida Kahlo.&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Pés porque vos quero, se tenho asas para voar?&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;/center&gt;</content>
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    <title>As pessoas que não escrevem cartas de amor é que são rídiculas.</title>
    <published>2006-04-26T20:18:09Z</published>
    <updated>2006-04-26T20:18:41Z</updated>
    <lj:music>nine inch nails - where is everybody?</lj:music>
    <content type="html">Pois era. E agora o que vais fazer? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já te disse, a nossa história é composta por intermináveis  reticências, não sabes escrever vírgulas, não sabes colocar um ponto final, tens medo de fazer parágrafos e muito mais medo de terminar ou recomeçar um capítulo. Tens tinta, tens folhas em branco, devolvi-te,  pois inicialmente eram materiais que estavam na minha posse. Fui eu quem escreveu o único texto com coerência nesta história, posso ter escrito mal, ter errado a colocar uma vírgula ou usar também reticências a mais, mas a verdade é que escrevi. Tu, nem isso. Tu perturbas-me, confundes-me como nunca ninguém confundiu mas apenas és &lt;br /&gt;mais um desafio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostas de viver em ilusões tu, ilusões essas, tudo rabiscos, esboços, o teu caderno de esboço daquilo que pretendes fazer na realidade, mas não o fazes, as páginas da nossa história continuam em branco. Nossa? Alguma vez existiu um "Nós"? Para ti, não deve haver nós. Para ti, existe Eu e uma Terra de Ninguém envolvida num controverso Paradoxo de mentiras e honestidade ingenuamente elaborado. Sempre houve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;És ingenuamente boa pessoa. E mais uma vez me disseram, que eu era incapaz de escrever pontos finais, gradualmente transformei-os sempre em reticências, não consigo colocar um ponto final, a caneta que me deram escorrega e coloco dois pontos a mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teu mundo imaginário está cheio de riscos e reticências a mais.&lt;br /&gt;Como queres que eu consiga ultrapassar os riscos quando tropeço nas nossas constantes reticências? Estou farta de cair e tu nunca estás lá para me segurar a mão, estás antes sozinho sentado a olhar para o vazio, a arquitectar labirintos, julgando-os ninhos que me seguram, acalamam-me e reconfortam-me quando a minha queda tem o fim. Como te enganas, como estás enganado. Em vez de me ajudares, ainda me fazes perder mais, não sei se é de perpósito ou não que vejo tantos becos sem saída. Tento fugir. Tento fugir, tento fugir, tento fugir, tento fugir, quero odiar-te, quero odiar-te, quero odiar-te, o meu ódio fazia-te acordar, enquanto o meu amor faz-me a mim dormir ... pior de tudo, ter pesadelos. Enquanto durmo agitadamente, tu estás acordado agitado, perturbado, confuso, perdido e comigo adormecida, arrastas-me contigo, afundas-me.&lt;br /&gt;Quero acordar, estou naqueles pesadelos onde lutamos para abrir os olhos! Naqueles pesadelos em que pecorremos sempre o mesmo caminho e caímos nos mesmos lugares, erros, distracções. Aqueles pesadelos onde sentimos que alguém está sentado no nosso peito, sufocando os nossos corações. Isso, tu sufocas-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberta-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu fazes-me doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque . . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estupidamente . . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te</content>
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    <title>darksparky @ 2006-04-25T00:54:00</title>
    <published>2006-04-24T23:55:31Z</published>
    <updated>2006-04-24T23:58:03Z</updated>
    <lj:music>a perfect circle - pet</lj:music>
    <content type="html">&lt;center&gt;Todos nós somos interesseiros, só precisamos das pessoas para alimentar egos e orgulhos, não me venham falar de hipócrisias, porque a falsidade, hipócrisia, são facetas naturais do ser humano. Porque precisamos dos outros? Gostamos deles, mas por outro lado, só os queremos por uma questão dos ser humano ser naturalmente incompleto, logo gostamos, amamos, odiamos, por um só interesse, sermos completados.&lt;br /&gt;E a vida é algo cheio de problemas, obstáculos, há que ser vista como um jogo, um jogo é fixe de jogar quando tem obstáculos, quebra-cabeças interessantes, personagens interessantes de lidar e observar, sejam elas más ou boas para nós, ou seja, tudo tem a sua piada, até os meus inimigos e pessoas que desprezo têm a sua piada, gosto deles, são personagens de um jogo interessante, com histórias interessantes. Logo, uma boa maneira de ver a vida, ver a vida como um jogo, com um livro com um enredo complexo e personagens fascinantes ( os vilões também são muito interessantes ), um filme, se não tivesse tantos problemas, tanta complexidade, não teria tanta piada pois não? :| O melhor, o melhor de tudo, é jogar com o melhor que a gente tem.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Until, Game Over.</content>
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